Capitulo 23

Capitulo 23: A Honra e o Peso de um Título

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Uma grande pausa ocorre, aquele momento de silencio parece durar horas. A cena mostra o rosto da guerreira, este contínua sem expressão, uma brisa faz com seus cabelos flutuem escondendo assim parte de seu rosto e sua cicatriz. O rosto de Siegfried está com uma expressão nervosa. A guerreira se levanta olha para cima

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Hilda: Meu nome é Driffa de Nevasca Norte. Eu sou irmã gêmea de Hilda de Polaris.

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Siegfried fica sem reação diante daquela noticia. Ele fica confuso, porém uma parte dele está aliviada por não estar lutando com Hilda. Mas ainda assim ele tem que entender melhor quem é aquela mulher

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Siegfried: Irmã gêmea? Como eu nunca soube disso? Eu conheço Hilda desde quando éramos crianças

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Driffa: Pense um pouco Siegfried. O ocorre com os gêmeos em Asgard

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Siegfried se lembra do caso de Shido e Bado. Lembra que segundo as tradições, gêmeos são sinônimos de maus agouros, por isso um deles deve ser descartado

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Siegfried: Mas como sobreviveu? Os bebes gêmeos não escolhidos, normalmente são abandonados na floresta e não sobrevivem, ao frio que são expostos

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Driffa: Ah…Tudo bem Siegfried. Vou lhe contar minha historia. Acho que é mínimo que posso fazer por não ser honesta com você. Talvez aprenda algo com ela.

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Driffa começa a narrar a historia.

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No passado————————–

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A cena muda para o palácio Valhalla no dia em que ela e Hilda tinham nascido. Pode-se ver a mãe de Hilda deitada numa cama. Ela está com duas meninas bebê nos braços. Sua expressão é de cansaço e tristeza, mas ela tenta não transparecer isso. Enquanto o pai das meninas, o antigo governante de Asgard, está sentado numa cadeira de madeira ao lado da cama. Ele está com as mãos na cabeça, a expressão dele é de tristeza e indecisão.

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Driffa(no presente) narra a cena———————————————

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Driffa: Meus pais nunca gostaram dessa tradição. Meu pai acreditava que era uma crueldade e estava fazendo as manobras políticas necessárias para parar com esse costume. Mas ele não poderia mais fazer isso agora que tinha filhas gêmeas. Todos iriam pensar que ele só estava fazendo isso por interesse próprio e não pensado no bem de Asgard. Aquilo nunca seria aceito.

Então meus pais tomaram uma decisão, ninguém poderia saber que eles tiveram gêmeas. Ficariam somente com uma das meninas, porém a outra não seria abandonada. Meus pais me deram para um fiel servo deles. Este servo cuidava de algumas terras, deles nos limites de Asgard

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No passado——————————-

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A cena mostra a mãe de Hilda entregando uma pequena cesta de palha, para um camponês, nela estava Driffa, o bebê estava enrolado em algumas peles de animais para se proteger do frio. A mãe de Driffa da uma ultima olhada em sua filha, ela tenta sorrir para a menina, que sorri devolta. A mãe então entrega a cesta ao camponês, e corre para chorar nos braços de seu marido. Este também está triste, apesar de tentar não demonstrar, deixa que uma lágrima role pelo rosto ao ver o camponês se afastando numa carroça.

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Driffa (no presente) continua a narrativa—————————-

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Driffa: Eu cresci como uma camponesa, não sabendo quem eu era, eu e minha família não tínhamos muito, mas éramos felizes. Morávamos próximo a uma vila onde todos nos conheciam, tínhamos muitas amizades naquela vila.

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Quando ela fala aquelas palavras, pode-se sentir uma profunda tristeza em Driffa, todo o local fica um pouco mais frio. A tristeza da guerreira de Aegir pode ser sentida por todos os seres que vivem na ilha

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Driffa: Um dia quando logo depois que eu completei 15 anos eu recebi uma visita

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No passado————————————–

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A cena mostra Driffa um pouco mais nova se pateando, na frente de um espelho, dentro de seu simples quarto de camponesa, ela veste um vestido simples, marrom e branco. Ela ouve a voz da mãe adotiva enquanto esta bate na porta do quarto

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Mãe de Driffa: Filha. Tem alguém aqui para te ver

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Driffa: Pode deixar entrar mãe

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A camponesa abre a porta. Uma bela mulher entra no quarto, ela está com um capuz encobrindo o rosto. Seu vestido é azul claro, possui um colar dourado, adornado de rubis e outras pedras preciosas. Ela também possui pulseiras feitas de ouro. Ela emite uma sensação de bondade e ternura, como Driffa nunca tinha sentido em alguém. A mulher se senta na cama de Driffa, esta se levanta para cumprimentá-la, fazendo uma reverencia.

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Driffa: Olá, meu nome Driffa,é um prazer conhecê-la.O que lhe trás aqui?

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Mulher: Você..

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A mulher tira seu capuz, revelando assim seu rosto. Driffa não acredita no que vê, e cai sentada na sua cadeira. A mulher era Hilda

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Hilda:… Irmã

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Driffa(no presente) volta a narrar a cena———————————–

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Driffa: Hilda me contou tudo o que aconteceu, contou quem eu era e porque meus pais me abandonaram. Ela disse que o pai dela tinha acabado de morrer e lhe contou no leito de morte sobre mim. Hilda  estava lá para me levar para viver com ela. Agora Hilda tinha se tornado governante de Asgard e faria de tudo para que eu pudesse ficar ao seu lado. Porém…

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No passado————————

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A cena volta a mostrar a conversa das duas. Hilda tinha acabado de explicar tudo a Driffa e estava esperando a reposta da irmã. Esta estava de cabeça baixa pensativa. Ela fala assim que levanta a cabeça

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Driffa: Não posso fazer isso Hilda

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Hilda: Por quê ?

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Driffa: Você é a governante de Asgard, seu destino é governar nossa terra. Mas… eu não sei qual é meu destino, porém sei que tenho que descobrir isso sozinha. E eu sinto que meu destino não é ficar com você

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Hilda: Tem certeza?

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Driffa: Sim, por favor, esta é minha decisão

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Hilda: Certo…Tudo bem, eu entendo, acho que é demais para um dia.Mas quero saiba que se mudar  de idéia ou mesmo se quiser me visitar, sempre será bem-vinda no castelo Valhalla.

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Driffa: Claro!

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Hilda então se despede e vai embora em seu cavalo branco seguida por alguns guerreiros, seus guardas pessoais. Driffa acena para sua irmã enquanto ela vai embora. Pode-se ver que Hilda está triste pela decisão da irmã, mas entende os motivos dela. Driffa ainda está um pouco abalada, mas se mostra feliz

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Driffa( no presente) volta a narrar————————-

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Driffa: Eu falei para meus pais que não me importava de não ser filha legitima deles e  que ainda os amava muito. Eles me pediram desculpas por não contar, mas não podiam por ordens do antigo governante de Asgard, disseram que sempre me amariam como se fosse mesmo a filha deles. Mais tarde naquele dia, fui colher frutas na floresta como sempre fazia. Quando voltava para casa passei pela vila, não acreditei no que vi…Tudo estava em chamas, todas as casas tinham sido queimadas e os moradores estavam mortos. Eu senti que meus pais estavam em perigo então corri para casa. Porém quando cheguei lá… Encontrei-os também mortos, tinham sido esfaqueados.

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No passado——————————————-

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A cena mostra Driffa chorando deitada nos corpos de seus pais adotivos. Por trás dela dois homens se aproximam, eles vestem roupas de batalha nórdicas, iguais aos guardas de Hilda

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Guarda: Então, você voltou, não chore…logo estará com eles no mundo dos mortos

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Driffa se vira para os homens, ela está com muita raiva

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Driffa: Porque fizeram isso?!

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Guarda: Hilda é a representante de Odin na terra. Ela é um ser único escolhida pelos deuses. Se o povo de Asgard souber que ela tem uma irmã gêmea, sua divindade será questionada. Pode haver uma rebelião. Não podemos arriscar isso, por esse motivo um dos conselheiros de Hilda nos ordenou matar você e todos aqueles que sabiam da sua existência.

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Driffa: Seus…seus… Demônios!

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Driffa cega pela raiva, avança para atacar um dos guardas, este esquiva e desembainha uma espada. Com ela o homem faz um corte vertical no lado esquerdo do rosto da irmã de Hilda, logo ao lado do olho.

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Guarda: Ninguém deve ser igual à Hilda!

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Dizendo isso o soldado da um chute no peito de Driffa que cai no chão,ela  leva uma mão ao peito, e a outra ao corte no rosto tentando conter o sangue que sai deste, Driffa tem dificuldade de respirar, continua com muita raiva, mas agora também mostra outros sentimentos, culpa e vergonha

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Guarda: Agora você deixará de existir!

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O guarda tenta golpear Driffa com sua espada, mas ele é impedido por uma lança. Olhando-se de perto para lança pode ver que é negra e a ponta tem detalhes dourados. Uma mulher com uma armadura negra está segurando-a.

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Guarda: Senhorita, Hilda!

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Hilda: Ninguém vai tocar nela!

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Hilda lança um raio cósmico a partir de sua lança, que atinge o guarda e o joga contra a parede, ele desmaia com impacto

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Hilda: Como se atrevem! Mataram a família que criou minha irmã e toda a vila dela. Para que? Preservar minha imagem?

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Guarda2: Mas senhorita…

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Hilda: Calado!

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Hilda fala aquilo com muita raiva e autoridade, o guarda imediatamente se ajoelha. Hilda então se virá para a irmã

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Hilda: Agora, Driffa você está…

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Driffa tinha sumido

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De volta ao presente————————————————–

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Driffa: Eu fugi, para a floresta, para os confins de Asgard, para onde ninguém me visse. Eu não queria ser responsável por mais mortes. Por isso prometi a mim mesma duas coisas. Primeira: Ninguém poderia saber quem era, tinha que me afastar das pessoas. Segunda: Eu tinha que me tornar forte, tão forte quanto Hilda, para que ninguém morresse sem eu poder fazer nada, para impedir. Então treinei noite e dia para me tornar forte, mas nunca me livrei da culpa que carregava. Até que um dia, meu senhor Aegir, surgiu para mim. Ele me ofereceu a honra de ser uma Wave Nikr.  Me disse que podia me ajudar a lidar com a culpa, disse que eu nunca poderia me livrar dela, mas que para me redimir comigo mesma eu poderia ajudar a proteger Asgard e o mundo. Ele me ensinou, que as vezes perdemos nossos entes queridos e as vezes não podemos fazer nada para impedir. O que podemos fazer é salvar o maximo de pessoas possível, lembrar e honrar, aquelas pessoas que morreram, para que as mortes não tenham sido em vão, tenham sido em prol de um bem maior. Agora entende o que quero te ensinar Siegfried.

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Siegfried tinha ouvido toda a narrativa de Driffa com muita atenção. Ele acompanhou sem dizer uma palavra, e agora estava pensativo

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Siegfried: Não…não posso fazer isso, não posso perder mais ninguém ! Então você vai-me dizer onde Hilda está!

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Siegfried aponta para Driffa, eu olhar é de pura determinação, a dúvida desapareceu de seus pensamentos

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A cena muda para Asgard, onde está acontecendo a luta entre Shiryu e Fimafeng. O cavaleiro acaba de tirar a armadura e está em posição de luta, um dragão surge em suas costas. Fimafeng está nervoso, ele demonstra raiva pelo cavaleiro ter questionado sua força e sua honra

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Fimafeng: Está dizendo que dependo do meu escudo! Pois está enganado, meu poder é o mesmo com ou sem ele. Eu vou te mostrar isso!

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Fimafeng tira a sua armadura. Ele está com uma roupa de treino nórdica e agora é possível ver seus cabelos longos e dourados que se estendem por todas suas costas

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Fimafeng: Agora estamos em condições iguais, vamos ver quem depende mais de seu escudo.

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(Shiryu): Agora que ele tirou armadura talvez seja mais fácil, mas tenho que manter minha estratégia

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Shiryu: Pois então venha guerreiro!

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Fimafeng se coloca em posição, coloca o braço esquerdo a frente do corpo, para se defender e depois retrai o braço direito. Seu cosmo aumenta, ele é envolvido por uma grande aura dourada. Shiryu também aumenta seu cosmo, emitindo uma grande aura verde. O cavaleiro coloca-se em posição de defesa e espera pelo golpe do guerreiro de Thor

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Fimafeng avança em direção ao cavaleiro, seu braço esquerdo está na frente do seu corpo para a defesa. A poucos centímetros do cavaleiro o guerreiro tira seu braço esquerdo da frente, a prepara-se para atacar com o braço direito

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(Shiryu): É agora!

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Shiryu: ROZAN SHORYUHA (COLERA DO DRAGÃO)

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Shiryu ataca o peito exposto do guerreiro de Thor. Quando ele atinge o alvo um grande brilho dourado,se manifesta tomando toda a cena. Quando o brilho se dissipa, pode-se ver o punho de Shiryu no peito do guerreiro de Thor, mas o punho não está encostando no peito do guerreiro, a aura dourada que envolve o guerreiro  está impedindo o avanço do golpe de Shiryu. Fimafeng sorri e prepara seu ataque, seu punho direito emite um brilho dourado

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Fimafeng: GOLDEN FANG( PRESA DOURADA)

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O guerreiro de Thor dá um soco no peito de Shiryu, imediatamente toda a aura que o evolvia desparece, como se todo poder que protegia o guerreiro tivesse sido canalizado para o soco. Shiryu cospe sangue e voa para trás com o golpe. Ele cai desmaiado depois de voar alguns metros. Fimafeng caminha até o cavaleiro

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Fimafeng: Você acha que não sabia de suas intenções, quando tirou a armadura? Você percebeu que eu expunha meu peito pouco antes de dar o meu golpe, o Gullinbursti Uppercut(Gancho de Gullinbursti). Então tirou sua armadura para se expor e me atrair. Porém diferente do gancho onde eu simplesmente aumento cosmo para estender a proteção do meu escudo para cobrir o espaço que não está protegido, envolta do meu corpo. No Golden Prey ( Presa Dourada) eu envolvo todo meu corpo com meu cosmo que contem a força de defesa do espírito do javali dourado. Enquanto eu estiver dando esse golpe nada pode me atingir. Por isso se uso esse golpe não preciso de meu escudo. Eu sabia o que você ia fazer Shiryu por isso ataquei assim. Sinceramente esperava mais de você

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Fimafeng  veste a armadura novamente e se afasta do cavaleiro. Shiryu está inconsciente. Vozes surgem em sua mente

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?????: Shiryu…

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?????: Shiryu

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Shiryu acorda, porém não consegue se levantar. Ele conhece aquelas vozes

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(Shiryu): Mestre…

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Dokho: Sim Shiryu, sou eu. Escute você deve se levantar

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(Shiryu): Mas mestre, eu não sei como vencê-lo e ainda não entendo porque ele está lutando

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??????: Pare de se lamentar Shiryu

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(Shiryu): Shura…?!

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Shura: Shiryu eu lhe dei minha espada sagrada, porque acreditei que você protegeria Athena até o fim. Com ela você não pode perder

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Shiryu: Mas Shura a Excalibur, não é o suficiente para vencê-lo. Nem ela nem a Cólera dos Cem Dragões foram suficientes para passar pelas defesas dele

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Dokho: Shiryu, eu e Shura lhe passamos essas técnicas e você as dominou totalmente…

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Shura: Mas existirão casos que só elas sozinhas não serão suficiente. Por isso você deve estar preparado para esse de situação

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Dokho: Você possui os nossos espíritos nessas técnicas, junte eles ao seu cosmo. E você encontrará a chave para vitória. Shiryu faça algo que só você possa fazer.

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Dokho e Shura: Faça por Athena!

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Shiryu: Entendi mestre, Shura. Eu não vou desperdiçar o que vocês me ensinaram!

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Shiryu se levanta e aumenta seu cosmo, Fimafeng percebe e se vira para encarar o cavaleiro

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Fimafeng: Ainda se levanta? Por quê?

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Shiryu: Fimafeng, eu ainda não sei qual é o seu motivo para  lutar comigo, mas sei que você ameaçou meus amigos e Athena. Por isso não posso me dar por vencido.

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Shiyu toma a posição da Cólera do Dragão. O guerreiro de Thor reconhece o golpe

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Fimafeng: Vai usar este golpe denovo, acha que…mas o quê?

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Fimafeng percebe que o cosmo do cavaleiro está diferente da ultima vez. A imagem de Dokho, na posição da Cólera do Dragão, surge na frente de Shiryu e se funde ao cavaleiro. Logo depois surge a imagem de Shura, na posição da Excalibur, ela também se funde a Shiryu. O cavaleiro de dragão mantém a mesma posição, porém ele abre o punho direito, deixando-o em forma de ponta de lança.

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Shiryu: Está é a junção dos poderes de meu mestre e de Shura. Está é a técnica que só eu posso utilizar

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Atrás de Shiyu surgem as imagens das constelações de Dragão, Libra e Capricórnio.Fimafeng, não consegue fugir por causa  do gigantesco  cosmo do cavaleiro a sua volta que restringe seus movimentos. Então ele coloca seu escudo na frente do seu corpo e se envolve com seu cosmo dourado

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Shiryu: Está é a ROZAN EXCALIBUR( ESCALIBUR DO DRAGÃO)

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Shiryu faz um corte inclinado com sua mão direita, Uma lâmina dourada surge na frente do cavaleiro. Um dragão cósmico surge a partir do corpo de Shiryu, ele pega a lâmina dourada nos dentes e voa em direção ao guerreiro de Thor. Este ainda não consegue se mover, então concentra todo seu cosmo na defesa. Quando o dragão cósmico chega a poucos centímetros do guerreiro, ele cospe a lâmina dourada de sua boca. Esta corta ao meio o escudo e a armadura do guerreiro. Fimafeng está sem defesas, neste momento o dragão cósmico o ataca. O guerreiro se assusta ao perder seu escudo, mas logo depois sorri.

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Fimafeng: AAAAAhhhhhhh!

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Fimafeng perde toda a armadura e é jogado para trás, ele cai na neve que é tingida de vermelho pelo seu sangue. Shiryu está ofegante e segurando seu braço direito que está quebrado e sangrando por causa da quantidade de poder que teve que suportar para lançar o golpe. O Cavaleiro veste sua armadura novamente.

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(Shiryu): Acho que nunca vou entendê-lo Fimafeng, mas agora tenho que encontrar os outros

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Shiryu começa a se afastar, mas pára ao ouvir outra voz lhe chamando

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Fimafeng: Shiryu espere! Deixe-me lhe agradecer

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Shiryu: Fimafeng? Agradecer por quê?

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Fimafeng: Por permitir que eu completa-se minha missão

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Shiryu: O que!?

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O cavaleiro se aproxima do guerreiro de Thor. Este está caído com o corpo todo ensangüentado. Sangue jorra de sua boca e de seus olhos.

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Shiryu: Que missão?

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Shiryu se agacha para ouvir o guerreiro

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Fimafeng: Sinto muito … por ter te ferido, mas era necessário, pelo bem de meu senhor.Eu entendo que você não compreenda como alguém tão nobre como eu, que chegou a tirar sua armadura para lutar com você. Pode servir a alguém como Loki

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Shiryu: Sim, mas eu não entendo, o que você pretende?

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Fimafeng: Completar ..minha missão…Por favor pegue isso

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O guerreiro estende a mão para Shiryu, e lhe entrega um rubi.

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Fimafeng: Este é o meu rubi de Thor, quando chegar a hora você saberá o que fazer com ele. E quero que fique com mais uma coisa…

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O rubi brilha na mão de Shiyu, dele sai um raio dourado que vai até o escudo do cavaleiro. O raio concerta o escudo pinta o centro de cor dourada

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Fimafeng: Meu escudo sempre deve lutar pela justiça

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Ao dizer isso Fimafeng morre. Shiryu continua na mesma posição ele ainda não entende as atitudes do guerreiro, mas agora sente respeito por ele, então fecha os olhos de Fimafeng e abaixa a cabeça.

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Devolta à ilha coberta de neve onde estão Siegfried e Driffa.A Guerreira de Aegir se mostra confusa com  a ordem de Siegfried

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Driffa: Como eu poderia saber onde Hilda está?

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Siegfried: Eu conheço o elo entre gêmeos, suas almas são ligadas, vocês podem sentir onde e como o outro está, mesmo se estiverem mundos diferentes

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Siegfried se lembra de Shido que conseguiu sentir o cosmo de Bado, mesmo estando num mundo diferente do dele.

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Siegfried: Assim, eu sei que você deve saber onde e como Hilda está. Por isso me diga!

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Driffa cruza os braços e abaixa a cabeça

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Driffa: Não vou lhe dizer isso Siegfried

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Siegfried: Por quê?

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Driffa : Já disse que você não pode colocar Hilda acima de sua missão, como ela está, não é importante

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Siegfried: Mas ela é sua irmã. Como pode não se importar com ela?

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Driffa não responde, ela apenas vira a cabeça para o lado e fecha os olhos como se quisesse evitar Siegfried.

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Siegfried: Você vai me dizer de uma forma ou de outra!

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Siegfried voa em direção da guerreira, ele tenta dar um soco em Driffa, mas ela defende-se sem ao menos abrir os olhos. Logo depois ela olha para Siegfried, seus olhos brilham de cor branca. Uma forte nevasca se manifesta a partir da guerreira, Siegfried é jogado para trás, mas consegue se estabilizar no ar e pousa firmando seus pés no chão para resistir à nevasca. Esta aumenta tornando-se uma grande tempestade de neve, é tão forte que arrasta o guerreiro de Odin, alguns metros para trás. Siegfried, mesmo acostumado com o frio de Asgard, sente o frio da nevasca por todo seu corpo. Mas ainda resiste, ele não pode perder, não pode cair em desonra novamente! Siegfried aumenta seu cosmo, cruza os braços na frente do corpo e começa avançar na direção de Driffa, a cada passo que o guerreiro dá a nevasca fica mais forte e mais fria, mas ele não desiste e consegue chegar até a guerreira. Ele prepara-se para atacar, mas Driffa esquiva do golpe se abaixado e dá uma cotovelada no abdômen de Siegfried. Este não sente o golpe mesmo este sendo muito forte, porém isso o desconcentra. Driffa aproveita e gira jogando sua asa em cima do guerreiro. Ao ser coberto pela asa Siegfried sente uma grande pressão que o joga para o chão. As asas de Driffa disparam uma grande nevasca, ela não deixa o guerreiro se levantar e vai cobrindo-o de neve. A pressão da nevasca é tão grande que Siegfried mal consegue respirar, além disso, o frio da nevasca parece que vai penetrar em seu corpo e congelar todos seus órgãos. O guerreiro não entende como uma pessoa pode gerar tanto frio

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Driffa: Este é meu manto nevasca, ele emite um frio que penetra em seu corpo e congela seu coração, ninguém jamais conseguiu sobreviver a isso. Siegfried, você não me deu escolha ao não me ouvir

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Siegfried continua no chão. Driffa aumenta a nevasca para o frio penetrar no corpo do guerreiro, mas percebe ao de errado. O frio não está penetrando no corpo de Siegfried, algo está impedindo. O guerreiro então começa a manifestar um grande cosmo e aos poucos começa a se levantar. Driffa tenta impedi-lo aumentado a força de seu golpe, mas é inútil.

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Siegfried: AAAAAAAAHHHHHH!

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Siegfried explode seu cosmo e elimina a nevasca de Driffa, jogando-a para trás. Ela cai sentada, mas logo se levanta e encara Siegfried que está ofegante

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Driffa: Como?

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Siegfried: Eu sou… protegido….. pelo sangue…. do Dragão Fafnir, nada pode entrar dentro do meu corpo

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(Driffa): Eu não considerei isso, mas há uma forma de vencer está defesa

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Siegfried tenta atacar Driffa, mas esta se move numa velocidade impressionante, esquivando-se do golpe, indo para trás dele. Quando o guerreiro se vira de frente para ela, Driffa avança e com a mão esquerda, agarra o pescoço de Siegfried antes que ele consiga reagir

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Driffa: Minha nevasca pode não ter te ferido, mas você se cansou muito para supera – lá. Agora acabou

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Siegfried tenta se mexer, mas a guerreira de Aegir faz surgir outra nevasca, que impede os movimentos do guerreiro. Driffa parece não se cansar. Então ela concentra todo o poder da nevasca em seu punho, criando um grande turbilhão de neve em volta deste. Ela da um soco na safira de que cobre o coração de Siegfried, de inicio isso não consegue causar nenhum dano, mas então Driffa continua pressionando, a força da nevasca em seu punho concentra toda a pressão no ponto de ataque, como um milagre, ela consegue quebrar a armadura de Siegfried, arrancando sua safira de Odin.

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Driffa: Você protegeu seu ponto fraco com a safira, mas tirando ela, ele volta ficar exposto

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Driffa concentra mais poder em sua mão, formado um tornado de neve como que gira como se fosse uma furadeira,  e então ataca Siegfried, este tenta se defender, mas o golpe é muito rápido e a pressão de ar em volta da mão de Driffa é muito grande, impedindo que o guerreiro toque nela. A guerreira de Aegir perfura o peito de Siegfried, bem em seu ponto fraco.

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Siegfried : Ah…!

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Siegfried não consegue gritar lhe falta ar para isso, ele perde a consciência, o cosmo frio de Driffa começa a invadir seu corpo, através da mão da guerreira que continua cravada em seu peito. Siegfried começa a perder sua vida.

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A cena muda para o castelo de Loki, em um dos corredores a serva dele caminha em direção a uma porta no final deste. Do nada, ela começa sentir uma grande dor de cabeça, e cai de joelhos no chão. A serva leva as mãos à cabeça, ela começa a falar algo com grande dificuldade

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Serva: Não….você não …..pode morrer!…..SIEGFRIED!!!!!

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Devolta a ilha coberta de neve, Driffa continua na mesma posição, ela sente algo estranho.

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Driffa: Esse cosmo…como chegou aqui? O que?

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Driffa percebe algo diferente no corpo de Siegfried

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A cena muda para um local escuro, nada pode ser visto, mas podem-se ouvir alguns gritos de agonia

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???????: ……SIEGFRIED!!!!

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Siegfried: Hilda…

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??????2: Siegfried

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A segunda voz é mais grossa e firme que a primeira. Siegfried a reconhece

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Siegfried: Pai…

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Em meio à escuridão surge uma imagem. É um quarto com uma cama. Um homem está deitado na cama, ele está com muitos curativos, estes não conseguem conter o sangue que jorra de seu peito. Ele parece estar quase morto, possui cabelos loiros e longos que vão até a altura do ombro e uma barba também loira, seus olhos são azuis. Apesar de aparentar certa idade o homem está em ótima forma física. Ao lado da cama um menino está ajoelhado, ele parece estar triste, mas não está chorando. Este menino é Siegfried

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Homem: Siegfried…. chegue mais perto

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Siegfried: Pai

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Siegfried se aproxima do rosto de seu pai.

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Pai de Siegfried: Pegue minha mão

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Siegfried pega a mão do pai, o corpo de seu pai começa a brilhar, aos poucos o brilho passa para o corpo de Siegfried, depois que o brilho cobre todo o corpo do menino ele cessa. O pai de Siegfried parece estar ainda mais fraco

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Pai de Siegfried: Agora o poder, de nossos ancestrais e do Dragão Fafnir é seu

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Siegfried: Mas pai, sem ele você vai…

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Pai de Siegfried: Nada vai…impedir isso agora filho…Só me prometa que vai ser o melhor guerreiro deus que puder. …..Me prometa que irá proteger Asgard

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Siegfried abaixa a cabeça, uma lágrima rola pelo seu rosto.

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Siegfried: Eu… Eu prometo pai.

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Siegfried levanta a cabeça ele não se permite deixar mais nenhuma lagrima cair

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Siegfried: Mas, eu não… eu não sei o que fazer. Pai eu quero proteger Asgard, mas também…. quero proteger aquelas pessoas que amo. Como poderei escolher se for necessário? Eu não sei como

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Pai de Siegfried: Filho… quero que guarde isso para toda sua vida…Um verdadeiro guerreiro deus…deve ser forte o suficiente para proteger, aqueles que ama e seu povo. Um verdadeiro guerreiro deus…… não aceita perder ninguém. Prometa-me filho, que… nunca vai esquecer disso

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Siegfried: Eu prometo pai

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O pai de Siegfried dá um sorriso, depois olha para cima pode-se ver um pequeno brilho arco-íris em seus olhos, que depois desparece assim como o que lhe restava de vida. Siegfried abaixa a cabeça, e segura a mão de seu pai, contra seu peito.

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A imagem some, a cena volta a ficar completamente escura. Pode-se ouvir a voz de Siegfried em meio à escuridão.

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Siegfried: Eu…eu me lembro pai, me lembro do que eu prometi…

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A cena volta para a ilha de neve. Driffa ainda está com a mão direita cravada peito de Siegfried e com a esquerda no pescoço dele. Ela tenta tirar a mão do peito do guerreiro, mas algo estranho acontece, a mão parece estar presa!

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Driffa: O que está acontecendo?

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Ela tenta puxar, mas consegue tirar a mão. O sangue que sai do ferimento de Siegfried, como se tivesse ganhado vida, começa a envolver todo braço da guerreira. Depois o sangue começa a emitir um brilho vermelho

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Driffa: O sangue dele está…Fervendo!

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O sangue de Siegfried ferve e começa a queimar o braço e a mão da guerreira.

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Driffa: AAAAAAAhhhhhhh!

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Driffa dá um puxão no desespero, pela dor e consegue tirar o braço, porém o sangue que permanece no braço ainda ferve. Ela solta de Siegfried, deixando-o  cair no chão. Driffa segura o braço direito com a mão esquerda e usa seu cosmo frio, para tentar fazer seu braço direito parar de queimar, mas não adianta.

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Siegfried se levanta, seu cosmo aumenta mais e mais. O sangue que sai do ferimento do peito. Começa a emitir um brilho vermelho, e se move sozinho indo até os braços do guerreiro, formando uma “teia”de sangue em volta deles. O sangue preenche todo o ferimento do peito. A safira de Odin de Siegfried que estava no chão, voa e se acopla em seu ferimento do peito. O sangue da lesão do peito brilha, a armadura se refaz e a cobre. Os olhos de Siegfried brilham de cor vermelha. Uma aura em forma de dragão de duas cabeças está em volta dele

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Siegfried: ….E vou cumprir!

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Siegfried levanta seus braços, uma cabeça da aura do dragão vai para cada braço, depois ele abaixa os abaixa novamente

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Siegfried: Driffa você está enganada.

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Driffa: O que?

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Siegfried: Um guerreiro deus não tem que colocar seu povo acima de seus entes queridos. Não ….Como meu pai me ensinou um verdadeiro Guerreiro Deus deve que forte o suficiente para salvar ambos!

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Siegfried movimenta suas mãos, o sangue que ainda está aderido ao braço de Driffa, começa a se mover, de alguma forma se multiplica e cobre todo o corpo dela. O sangue queima todo o corpo da guerreira e não deixa ela se mover

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Driffa:Ah… O que é isso?

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Siegfried: O sangue que corre em minhas veias, possui todo o poder de meus ancestrais e de meus dragões. Esse poder vem passando de geração em geração desde tempos mitológicos.  Agora vou lhe mostrar o poder de meus ancestrais, o poder de meus dragões. O MEU PODER!

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O cosmo de Siegfried aumenta sua runa surge em sua safira. Driffa tenta se mexer para escapar do golpe, mas é inútil, o sangue ainda a prende. Ela para de tentar ao sentir algo

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(Driffa): O sangue…não o espírito dele é tão…. quente

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Siegfried abre os braços, as cabeças cósmicas de dragão em seus punhos brilham

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Siegfried: DRACONIAN SPIRITS (ESPIRITOS DRACONIANOS)

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Siegfried, junta seus braços na frente de seu corpo, um dragão cósmico de duas cabeças surge a partir dos punhos dele. Dentro do dragão pode-se ver varias estrelas e galáxias. Driffa não consegue escapar, ela é atingida pelo  dragão, e desaparece em meio a luz que ele emite. Toda a cena é tomada por está luz

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Siegfried está ofegante, ele olha para o que seu golpe causou , pode-se ver que tudo a sua frente está destruído, olhando-se de cima a cratera que se formou por causa do golpe, pode-se ver que sua forma se assemelha a um dragão.

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(Siegfried): Consegui! Mas…Droga… não queria ter que matá-la, afinal ela é a irmã da Hilda,droga…não tenho tempo para isso, tenho que continuar.

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Siegfried se prepara para ir embora da ilha, mas houve alguém lhe chamando

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Driffa: Siegfried…espere!

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Siegfried ouve a voz de Driffa a procura, em meio à destruição que ele mesmo causou. O guerreiro deus encontra a donzela das ondas, sentada apoiando-se numa das muitas arvores caídas. Ela está muito ferida, seu peito está ensangüentado, seu rosto sujo de sangue. Porém o que chama a atenção do guerreiro é que a maioria do sangue que entrou em contato com o corpo de Driffa está congelado.

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(Siegfried): Como uma pessoa pode ser tão fria?!

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Driffa olha para o seu braço direito que ainda possui o sangue do guerreiro deus e as queimaduras que este causou

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Driffa: Siegfried seu sangue, seu espírito é tão quente…eu tinha esquecido como é isso

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Siegfried: Driffa você está…

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Driffa: Não se preocupe não vou morrer por isso, eu posso criar um novo corpo a partir do gelo…Uma das poucas vantagens que tenho….Mas quero que saiba, que eu estava errada, quando vi a potencia do seu ataque percebi isso. Eu notei o amor que você possui pela minha irmã…Eu vou lhe dizer onde ela está, acho que merece isso, mas pode levar um recado meu para ela?

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Siegfried: Claro

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Driffa: Diga a ela que eu sinto muito…por não poder mais amá-la.

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Siegfried: Como assim ?

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Driffa: Desde que me tornei o que sou hoje, não posso mais sentir esse tipo de emoção…Para nos tornarmos Wave Nikr  depois de um duro treinamento, temos que passar por um  ritual de conversão.Nele mostramos nossos cosmos máximos para a armadura de Wave Nikr, então esta separa o nossos espíritos dos nossos corpos. Depois ela avalia o espírito, se ele não corresponder ao elemento ela o rejeita e a candidata morre, porém se a armadura aprova o espírito, ela o veste e depois cria um novo corpo para ele a partir do elemento correspondente.

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Siegfried: Mas então  como você manteve essa cicatriz?

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Driffa: Eu pedi para a armadura, manter minha cicatriz eu não queria esquecer a culpa que ela representava para mim. Mas essa foi uma das únicas emoções que eu mantive depois do ritual. Ao formar o novo corpo a armadura bloqueia ou elimina os sentimentos que não combinam com o elemento. No meu  caso sentimentos quentes como raiva, alegria e amor são bloqueados ou perdidos, porém sentimentos frios como tristeza, dever e culpa se mantêm. Por isso sempre que tento sentir esses sentimentos quentes, eu não consigo ou sinto dor.

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Siegfried: Por isso que sentiu dor ao gritar comigo quando tirei seu capacete.

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Driffa: Sim….mas a armadura não conseguiu eliminar o elo que eu tenho com Hilda. Acho que ele vai além de nosso espírito.

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Siegfried: Então onde ela está?Ela está bem?

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Driffa: Ela está no Helheim, ao lado de Loki. Ela está bem, mas tem algo de errado com o seu espírito…ele está negro

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Siegfried: Como assim?

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Driffa: Eu…eu não  sei direito, mas o que mais me assusta é que eu já senti o espírito dela assim

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Siegfried: Quando?

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Driffa: Quando ela estava possuída pelo anel de Nibelungo

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Driffa abaixa a cabeça como se senti-se um grande pesar e tristeza, ao dizer aquilo. Siegfried se impressiona com a noticia

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Siegfried: Mas como?O anel foi destruído

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Driffa: Eu sei, mas há algo semelhante tomando o espírito dela. Siegfried, quando entrei em contato com seu sangue, eu senti o sentimento que você tem por Hilda e por Asgard, e percebi que algo assim não poderia estar errado. Eu tinha esquecido como era amar alguém, como era amar minha terra, mas você me fez lembrar como é sentir isso. Sinto que seu sangue ficará aderido ao meu corpo para sempre…

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Driffa mostra seu braço direito que ainda está coberto pelo sangue do guerreiro, e cheio de queimadura por causa disso

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Driffa: Veja

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Driffa se concentra, seu braço começa brilhar, depois de alguns minutos este cessa,  todas as queimaduras no seu braço sumiram..mas o sangue continua lá

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Siegfried: Mas porque?

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Driffa; Eu não sei porque isso está acontecendo, talvez seja por causa do grande poder quente que existe em seu sangue, este poder parece ter marcado meu corpo minha alma, é uma força cheia de um sentimento muito forte…eu sinto que com ela,tudo é possível, por isso eu te peço Siegfried, use este grande poder e o sentimento  contido nele para salvar minha irmã!

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Siegfried se abaixa e pega a mão de Driffa

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Siegfried: Claro…eu te prometo Driffa

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Driffa: Pode ir eu vou ficar bem

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Siegfried concorda com a cabeça. Ele se levanta e começa a voar para longe, depois de algum tempo se vira para olhar Driffa, ele não consegue deixar de sentir uma profunda admiração por ela, porém também sente uma grande penha pelo destino imposto à guerreira.

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Siegfried: Driffa…em nome da minha honra e da sua, eu vou salvar Hilda

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Driffa olha para Siegfried se afastando, ela admira mais uma vez o sangue do guerreiro de Odin que esta em seu braço direito, para então fechar os olhos e criar uma grande nevasca em volta de seu corpo, esta cura os ferimentos e restaura a armadura da guerreira, porém como ela havia previsto parte do sangue do guerreiro ainda fica aderida a sua armadura.

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Driffa:  Ham…A cada novo corpo que crio para mim, fica mais difícil de lembrar do que sinto por você irmã. Eu espero que Siegfried consiga salva-la porque para mim já não há mais esperança

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Dizendo isso Driffa abaixa a cabeça, o lado esquerdo de seu rosto e sua cicatriz ficam evidentes, atrás de seu rosto em perfil o seu cabelo balança para trás, quando ele volta ao normal surge outro rosto em perfil é o de Hilda. A imagem do rosto de Driffa olhando para baixo, triste e sem esperança, se mescla com a imagem do rosto de Hilda olhando para cima e com uma expressão cheia de esperança e amor.

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Fim do Capitulo 23

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*Nota: Eu sei que a tradução literal de ROZAN EXCALIBUR, é Excalibur de Rozan,mas achei que Excalibur do Dragão soava melhor em português, espero que tenham concordado comigo e  que tenham gostado do golpe e do capitulo

 

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