Capitulo 28

Capitulo 28: As pessoas que nos intrigam

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Hrist: MAJOR CROSS (CRUZ MAIOR)

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Driffa ainda não consegue se mover, ela não tem como escapar. Hrist então golpeia verticalmente a guerreira possuída, com a espada de energia.

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Tudo se torna luz

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Quando a luz se dissipa, Hrist e Driffa surgem uma de costas para outra, a guerreira do fogo voltou ao normal, sua armadura está vermelha a espada de energia sumiu. A guerreira do gelo parece estar sem ar, seu rosto está paralisado numa face como se fosse gritar, mas não emite nenhum som, aos poucos a aura negra lhe envolvia vai desaparecendo, sua armadura volta ao normal

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Driffa: Hrist…obrigado

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Dizendo isso Driffa desmaia e começa a cair em direção ao chão, porém Sorha voa e pega a irmã no ar

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Sorha: Driffa…você está bem?

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Driffa abre os olhos por um segundo, tenta demonstrar um sorriso para sua irmã, mas não consegue então apenas solta algumas palavras antes de cair num sono profundo

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Driffa: Sorha…eu sinto muito

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Dizendo isso Driffa fecha os olhos, Sorha se assusta por um segundo, mas se tranqüiliza quando vê que sua irmã está respirando

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Sorha: Descanse Driffa, você vai ficar bem

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Uma lagrima cai no rosto de Munin. Fimbul chegou tarde de mais, agora segura o corpo sem vida de sua amada, nunca se sentiu tão inútil

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Fimbul: Hina não consegui te salvar…Não! Você não pode estar morta…não pode, por favor volte! VALCARY’S CURE ( CURA DA VALQUIRIA)

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Fimbul força sua mão contra o peito de Munin, e emite um brilho dourado a partir de seu punho, porém parece não adiantar. Sua mão pára de brilhar e Munin continua sem vida.

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Fimbul: Não…Não! VALCARY’S CURE( CURA DA VALQUIRIA)

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Mais uma vez Fimbul tenta curar Munin, mas é inútil seu poder não pode curar a morte

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Fimbul olha para Munin mais uma vez e o dia que a conheceu vem a sua mente

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Passado, 13 anos atrás—————————————-

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No primeiro dia de Fimbul em Asgard(dos deuses), ele está lutando com um homem adulto.Este tem aproximadamente trinta anos, está com uma roupa verde de treino e com proteções de couro, seu cabelo é ruivo vivo, quase rosa sua franja cobre metade de seu rosto. O olho verde que não está coberto pelo cabelo demonstra decepção. Fimbul está lutando contra o guerreiro lendário Alberich XIII. Os dois estão num pequeno campo de treino, com o chão feito de terra, estão rodeados por vários aprendizes de idades diferentes que observam a luta

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Alberich: É tudo que tem?…Esperava mais dado o potencial de sua alma

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Fimbul: Do que está falando?

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Alberich: Ninguém te contou seu destino ainda? Bom acho melhor você descobrir sozinho, isso é…se você sobreviver ao treinamento

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Dizendo isso Alberich se vira e começa a se afastar, já está cheio daquela perda de tempo

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Fimbul: Espera…isso ainda não acabou!

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Agora é possível ver como Fimbul está ferido. Seu corpo está coberto de hematomas e cortes, suas pernas trêmulas e feridas se esforçam para mantê-lo em pé, sua roupa de treino laranja está toda rasgada e suja de terra, sangue escorre de sua boca, mas mesmo assim o menino de sete anos não parece querer desistir

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Alberich: Ainda agüenta mais? Bem que me disseram que você era teimoso

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Fimbul: Não sou teimoso, só não posso desistir sem mostrar tudo que tenho!

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Fimbul tenta atacar Alberich mais uma vez, mas o guerreiro lendário da um soco no abdômen do garoto antes que este pudesse reagir. Fimbul cospe sangue e cai de joelhos

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Alberich: Você é tão patético como seu irmão!

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Fimbul se enfurece ao ouvir aquilo. Seu irmão Ogen era a pessoa que ele mais admirava ninguém nem mesmo um guerreiro lendário, poderia falar assim dele! Por isso garoto se levanta mais uma vez e mesmo não podendo falar, tenta atacar Alberich mais uma vez, porém o este escapa facilmente de sua investida esquivando-se para o lado. Quando o garoto está próximo de seu peito, Alberich dá uma cotovelada em suas costas enterrando-o no chão, forçando-o a ficar deitado

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Fimbul: Cof…Ah..

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Alberich começa a se afastar novamente, porém Fimbul ainda persiste, seu corpo frágil começa a emitir uma aura laranja.

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Fimbul: Eu…Eu…

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?????: Pare!

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Uma garota da mesma idade de Fimbul, com cabelo vermelho e com uma roupa de treino negra, que estava vendo a luta, se aproxima do garoto e o mantêm no chão, depois ela aproxima seu rosto do ouvido de Fimbul

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Garota: Tudo bem…pode descansar, você já mostrou que é forte…está tudo bem

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Com aquelas palavras serenas, Fimbul adormece. No dia seguinte acorda numa cama simples, seus ferimentos estão curados, a garota que o fez adormecer está ao sentada uma cadeira ao lado de sua cama. Ela sorri ao ver que Fimbul acordou

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Garota: Você é bem resistente…nunca vi alguém resistir tanto contra o senhor Alberich

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Fimbul levanta a cabeça e fica sentado na cama

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Fimbul: Obrigado…mas porque me impediu?

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Garota: Se eu tivesse feito aquilo, você teria morrido

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Fimbul: O que lhe dá tanta certeza?

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A garota fecha seus olhos vermelhos e ri um pouco, depois ela abre os olhos e fala com uma voz serena

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Garota: Você é corajoso…mas as vezes um pouco burro, era obvio que seu corpo estava no limite. Bom a propósito meu nome é Hina.

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Fimbul: O meu é Fimbul

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Os dois sorriem um para o outro, a cena fica turva quando uma lagrima que parece vir do céu cai nela, depois outra lagrima cai e tudo fica escuro

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Com mais uma lagrima a cena volta ao presente, a lagrimas caem no rosto de Munin, Fimbul ainda chora a agonia que sente é indescritível, ele segura o corpo sem vida com força como se quisesse impedir que este esfria-se como se quisesse manter o último sinal de vida que o corpo tem

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Fimbul: Estava certa Hina naquele dia, eu teria morrido se não tivesse me impedido de continuar. Você sempre foi minha voz do limite, não foi sempre que eu ouvi…mas porque você não me ouviu! Eu sabia que já tinha passado de seu limite, porque você não ouviu!

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?????: Como fez aquilo?

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Fimbul: Hã? Quem é?

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Alguém interrompe o pensamento de Fimbul. Ele procura a fonte da voz e encontra Gunnr, a Wave Nikr do raio tinha acabado de reconstruir seu corpo, depois do ataque devastador de Munin, e agora se aproxima de Fimbul

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Gunnr: Como quebrou a barreira de Aegir? Eu fui desintegrada pelo ataque de Munin,mas eu não admiti minha derrota para a barreira se desfazer, você a destruiu sozinho. Como?

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Fimbul não tinha pensado no que tinha feito até agora, sua mente estava tomada pela culpa de não ter podido salvar Munin. Tenta lembrar como entrou na ilha, mas nada…tudo é um borrão em sua mente, tudo que se lembra são os sentimentos de fúria, culpa e impotência que sentiu quando o cosmo de Munin sumiu, e depois só existe um grande brilho safira. Depois desse brilho Fimbul estava com a sua amada nos braços

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Fimbul: Eu não sei!Não me lembro! Mas qual é a diferença? Mesmo quebrando a barreira eu não pude salva-la!

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Gunnr abaixa a cabeça, também é está triste pelo o que aconteceu

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Gunnr: É você não pode, mas talvez eu possa

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Fimbul: O que?

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Gunnr: Ela não merece morrer depois do conseguiu fazer!.. Se afaste

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Fimbul coloca a guerreira de corvo no chão com cuidado depois se levanta e se afasta Gunnr se aproxima de Munin, se ajoelha perto do corpo e coloca a direita sobre o peito da guerreira de Odin, depois ela força sua mão contra o tórax de Munin e da um choque elétrico nela, seu corpo salta com o choque, porém ainda não respira

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Gunnr: Mais uma vez!

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Gunnr dá outro choque no corpo de Munin, desta vez o coração da guerreira responde e volta a bater, porém ele está muito fraco

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Gunnr: Agora ! Cure ela!

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Fimbul: Certo

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Fimbul se ajoelha próximo ao corpo e aproxima sua mão direita do peito de Munin, então começa a emitir uma luz dourada a partir de seu punho

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Fimbul: VACARY’S CURE (CURA DA VALQUIRIA)

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O brilho dourado da mão de Fimbul é transmitido por todo de Munin,os ferimentos da guerreira começam a ser curados, porém eles são muitos, Fimbul começa a perder as forças, porém seu cosmo muda para safira, o cosmo parece aumentar num salto e depois do nada volta ao normal . A respiração de Munin volta, seu coração bate com força, então seus olhos se abrem

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Fimbul: Hina!

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Munin: Fimbul….eu já disse pra não me chamar assim!

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Munin levanta a mão para dar um tapa no rosto de Fimbul, mas a poucos centímetros de seu rosto ela pára, levanta seu tronco e abraça o guerreiro, depois aproxima seu rosto da orelha dele, e sussurra

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Munin: Mas o hoje tudo bem!

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Depois disso Munin aproxima seus lábios de Fimbul e o beija, ela tinha que fazer isso, não agüentava mais guardar aquele sentimento para si, não depois do que tinha passado. Fimbul fica confuso por um segundo, mas logo depois aquele gesto se torna tão obvio, como se estivesse esperado toda vida para ocorrer, e finalmente agora aquele sentimento se manifestava

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No mundo dos elfos da luz, Kyra está sentada em uma pedra, admirando uma bola de luz em sua mão, está apesar de ser quase toda dourada, possui um pequeno ponto negro em centro, porém este ponto emite um brilho persistente como uma estrela que esta quase se apagando, mas ainda se esforça para brilhar e mostrar que ainda está lá que ainda está viva

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Kyra: Quem diria que um ser tão sombrio como você Bado, possuiria um espírito tão belo e luminoso. Parece que ainda está resistindo ao meu controle, mas tudo bem, logo terá que render a luz, todos devem aceitar este caminho, pois mesmo que não acreditem…este sempre será o caminho certo

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Kyra junta a bola de luz que representa o espírito de Bado ao cosmo. E depois se levanta

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Kyra: Logo seus amigos estarão aqui, e então você me ajudará a trazê-los para a luz

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Kyra  vai se afastando do local deixando um corpo sem vida para trás, este possui uma armadura branca baseada num tigre dente de sabre. O corpo de Bado é deixado para traz pela a guerreira da luz, ela não precisa mais dele agora que tem seu espírito

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Em Asgard (dos humanos), onde ocorreu a luta entre Shiryu e o Guerreiro de Gullinbursti, o cavaleiro de dragão começa a voltar para a Yggdrasil, quando percebe a aproximação de um cosmo familiar, porém algo está diferente na essência dessa presença

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(Shiryu): Este é o cosmo do Seiya, mas algo está diferente nele

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O cavaleiro de Pegaso se aproxima do local, Shiryu não pode deixar de notar a nova armadura que Seiya está usando

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Seiya: Shiryu, você conseguiu! Venceu aquele guerreiro!

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Shiryu: Sim consegui, mas Seiya o que aconteceu com a sua armadura?

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Seiya: A isso! Pelo que eu entendi meu cosmo agora possui algo nórdico, por isso minha armadura antiga não me reconheceu, mas um guardião de Odin chamado Freki, apareceu e me deu um metal chamado Mithrill, que transformou minha armadura, assim agora ela tem algo nórdico e pode me reconhecer. Bom… foi isso que eu entendi

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Shiryu: Entendo bom pelo menos tem sua armadura devolta

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Seiya: É…

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Seiya percebe que o centro do escudo de Shiryu esta dourado

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Seiya: Shiryu o que aconteceu com seu escudo?

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Shiryu: Fimafeng, o guerreiro de Thor que derrotei, me entregou a essência de seu escudo, pouco antes de morrer, ele disse que o escudo do javali dourado sempre deveria lutar pela justiça

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Seiya: Mas esse cara não estava do lado de Loki, como ele poderia estar lutando pela justiça?

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Shiryu: Não é isso, que mais me preocupa Seiya

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Seiya: Como assim?

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Shiryu: Sabe quem era Gullinbursti Seiya? Ele era um javali feito de ouro por dois anões, Brokk e Eitri, era um ser nobre e admirado pelos deuses

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Seiya: Sim e daí?

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Shiryu: A armadura do guerreiro deveria possuir o espírito desse javali, um ser tão nobre nunca iria seguir as ordens de Loki, isso quer dizer que se o guerreiro não lutasse pela justiça é provável que sua armadura o abandonasse, mas a armadura o protegeu até o fim.

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Seiya: Então ele…

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Shiryu: Com certeza ele estava lutando pela justiça

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Seiya fica tão confuso quanto Shiryu, mas logo percebe que existem coisas mais importantes para eles se preocuparem naquele momento

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Seiya: Shiryu…eu sei que isso é confuso, mas temos voltar para ajudar a Saori

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Shiryu: Certo tem razão, mas onde estão Hyoga e Alberich?

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Seiya: Fomos atacados duas vezes enquanto víamos para cá, eles ficaram para trás, para enfrentar os guerreiros que nos atacaram

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Shiryu: Então é melhor corrermos, Hyoga pode precisar de ajuda!

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Seiya: Certo, vamos

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Os dois cavaleiros vão na direção onde sentem o cosmo de Hyoga

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Numa clareira próximo dali Alberich XIII e Inua, a guerreira de Kraken, se encaram, ambos parecem estar analisando seu adversário para fazer seu movimento, depois de uma grande pausa a guerreira de Thor resolve atacar.

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Inua: Vamos começar então!

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A guerreira estende a mão, dois tentáculos feitos de neve surgem do chão, e atacam Alberich, porém este se esquiva facilmente, saltando para cima. Porém Inua não desiste e continua atacando com tentáculos, mas Alberich tem uma agilidade excepcional pelos seus séculos de experiência e assim consegue escapar facilmente de todos os ataques e inclusive consegue falar enquanto se movimenta

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Alberich: É só isso? Esperava mais de você!

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Inua sorri em resposta

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Inua: E esperava com razão!

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Alberich: O que?

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Nesse momento Alberich acaba de escapar de mais um ataque dos tentáculos de neve e então pousa no chão. Antes que ele perceba, vários tentáculos gigantescos e feitos de neve  surgem a sua volta cercando-o. Alberich se sente um verdadeiro idiota, devia esperar isso daquela guerreira, os ataques anteriores eram simplesmente uma distração para pega-lo de surpresa.

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Inua: Vamos ver se escapa dessa!SHIP’S SWALLOWER ( ENGOLIDOR DE NAVIOS)

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A neve debaixo de Alberich desaparece, como se fosse sugada por algo. Então abaixo do guerreiro surge um grande bico, a cena se afasta e mostra uma criatura sob Aberich, trate-se de um grande Kraken, feito de puro cosmo! Que esta sugando tudo para sua gigantesca boca em forma de bico. A força de sucção é tão grande que o guerreiro não consegue escapar, além disso, os tentáculos a sua volta começam a se fechar impedido qualquer tentativa de fuga, depois dois tentáculos maiores surgem do nada e agarram Alberich puxando-o para baixo

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Alberich: Droga! Eu tenho que sair daqui!

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Inua observa a enquanto o monstro que ela criou engole Alberich, sua expressão, porém não é satisfação pela vitoria eminente, é como se deseja-se que o guerreiro consegui-se escapar de seu ataque. Os tentáculos do monstro se fecham completamente e começam a submergir se na neve, porém eles param pouco antes de desparecer, então se agitam como se algo estivesse forçando para se abrissem, logo depois desafiando a lógica milhares de galhos começam a surgir de dentro dos tentáculos, os galhos crescem e forçam eles a se abrir, depois  raízes surgem se fixam no solo, os galhos crescem e começam a adquirir folhas, ilogicamente uma grande árvore surge de dentro do Kraken, destruindo-o de dentro para fora, Aberich aparece entre os galhos da árvore e salta para o chão depois ele se aproxima calmamente de Inua

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Alberich: Muito bem Inua, você evoluiu muito! Sua escolha de terreno foi muito boa aqui no meio dessa grande clareira longe das árvores meus poderes ficariam limitados, mas agora que possuo esta armadura, ficar longe das árvores não é um problema para mim

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Inua esta impressionada, até entende o acaba de acontecer, mas não consegue acreditar

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Inua: Você consegue criar árvores, a partir do nada! Como?

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Alberich: Não é a partir do nada

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Alberich então tira uma pequena semente do pulso da sua armadura

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Alberich: Está semente vem direto da arvores mãe, a Yggdrasil, com ela e com o poder do meu cosmo, eu posso  criar uma árvore que cresce muito rápido e assim, posso mudar qualquer terreno! Veja SEEDS OF THE MOTHER TREE (SEMENTES DA ARVORE MÃE)

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Aberich estende suas mãos, e varias sementes surgem a partir se toda sua armadura e se enterram no solo, então o chão começa a tremer, milhares de plantas emergem do solo e depois começam a crescer tornado-se árvores, logo uma verdadeira floresta se forma em volta dos dois guerreiros. Inua está sem palavras, aquilo era impressionante as arvores eram de diferentes formas e tamanhos e todas surgiram a partir o mesmo tipo de semente, então esse era o poder da Yggdrasil!

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Alberich: Agora que a luta começa! NATURE UNITY (UNIDADE DA NATUREZA)

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Quando Alberich fala aquelas palavras, todas as árvores em volta começam a se mover e depois projetam seus galhos para atacar Inua, porém os galhos param a poucos centímetros da guerreira, que está parada com olhos fechados, sua respiração é calma, seu cosmo tranqüilo, sua figura quase desaparece no meio das sombras das árvores.

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Inua: Agora você que está me desapontando mestre. Achou mesmo que poderia me atacar com isso?

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Alberich sorri está aliviado por ouvir aquelas palavras, elas significavam que Inua ainda sabia quem era, e que não estava sendo controlada

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Alberich: Claro que não…só queria verificar que você lembrava do que te ensinei

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Inua: Como poderia me esquecer da primeira coisa que meu mestre me ensinou…

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Passado 13 anos atrás————————————————

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Em Asgard a terra dos deuses, Alberich XIII está sentado numa pedra em meio a uma grande floresta e ponderando coisas que um homem como ele ponderaria, quando um guerreiro com armadura branca se aproxima

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Alberich: O que veio fazer aqui, Sigmund?

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Sigmund também conhecido como Freki de Lobo Direito dirigi-se a Alberich

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Freki: Alberich, só porque descobriu minha verdadeira identidade, não quer dizer que pode me chamar assim, tome cuidado para seu próprio bem

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Alberich sorri, era perigoso para Freki o subestimar tanto, então responde com tom de ironia

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Alberich: Desculpe-me senhor Freki, o que deseja de mim?

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Freki não tinha tempo para discutir com Alberich, por isso ignora os insultos do guerreiro

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Freki: Gostaria de lhe pedir um favor

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Alberich: Se for para te ajudar a treinar os aprendizes esqueça! Da ultima vez que aceitei tive que lutar com um pirralho teimoso e fraco e você ainda considera que ele é seu discípulo com mais potencial, hã… que patético

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Freki: Mas ele tem um grande potencial, não sentiu no cosmo dele?

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Alberich: Talvez, mas ele não tem controle nenhum sobre seu poder, sem isso ele não passa de garoto teimoso

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Freki: É sua opinião, mas não é isso que quero lhe pedir, gostaria que treinar-se uma aprendiz, acredito que você seria o professor perfeito para ela, visto ao tipo de habilidade que está garota tem

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Alberich finge interesse, talvez assim Freki o deixa-se em paz

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Alberich: Que tipo de habilidade?

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Freki: Acho melhor que descubra por si mesmo…Mas então vai aceitar?

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Alberich se vê sem escolha se não concordar, afinal fingiu interesse, mas só faz isso porque sabe ela nunca passaria nos seus testes

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Alberich: Ham… tudo bem, mas se ela não for tudo que diz, vou mandar de volta para você. E mais uma coisa, se ela falhar você nunca mais me fará este tipo de proposta, certo?

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Freki sabe que não uma condição muito justa, mas conhece a garota e conhece Alberich, sabe que eles vão se dar muito bem, mesmo que este não acredite

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Freki: De acordo…Pode aparecer agora Inua

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Uma garota de aproximadamente 7 anos surge em meio as arvores, está vestindo uma roupa de treino azul escuro com proteções de couro, sua é pele é morena, e possui cabelos negros lisos, e arranjados numa grande trança. Pelos seus traços é possível dizer que é de origem nativa americana, seus olhos negros expressam curiosidade

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Freki: Vou deixar vocês dois a sós

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Freki se afasta. Alberich se aborrece, foi muito atrevimento de Freki trazer a garota com ele, como se guardião soubesse que o guerreiro iria aceitar.

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Alberich: Aquele cão idiota..

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Inua se aproxima de Alberich com muito cuidado

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Inua: Com licença senhor?

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Alberich olha para a garota com olhar de superioridade

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Aberich: Sim?

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Inua: O senhor é um guerreiro como senhor Freki?

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Aberich: Sim, eu sou um guerreiro

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Inua: Então porque não tem armadura? Não é forte o suficiente?

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Alberich se enfurece como atrevimento da garota, seus olhos emitem um brilho verde e um galho próximo ganha vida e se enrola no pescoço de Inua e depois a suspende

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Alberich: Se falar assim comigo de novo , você vai ficar sem pescoço! Entendeu garota?

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Inua fala com muita dificuldade e medo, o galho está lhe sufocando

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Inua: Entendi….desculpe…por favor

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Alberich abaixa a cabeça e o galho solta a garota no chão. Inua cai de joelhos, coloca a mão no pescoço e respira fundo para conseguir ar. Aberich se aproxima dele pouco se importando com acaba de fazer

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Alberich: Então é Inua certo? Hum este não é um nome nórdico de onde você vem?

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Inua fala pausadamente ainda está difícil de respirar

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Inua: Eu …sou do povo Inuit, que habita o norte… do Canadá

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Alberich: Hum já ouvi falar desse povo, os vikings já entraram em contato com eles a muito tempo

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Inua: Sim não foi um encontro muito agradável…não vai zombar de mim? Todos aqui fazem isso, eles dizem que não pertenço a este lugar sagrado, e minha presença ofende os deuses

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Alberich: Hum…isso é esperado dado o passado de nossos povos..mas eu não me importo com isso, se você não for capaz é problema seu e não do seu povo… Bom então vamos começar…levante-se

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Inua se levanta com um pouco de dificuldade

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Alberich: Antes que você possa começar a treinar comigo, terá que passar por um teste…certo?

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Inua assume uma posição reta, pronta para receber seu teste

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Inua: Tudo bem

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Alberich:Não se mecha! NATURE’S UNIT(UNIDADE DA NATUREZA)

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Aberich aponta para cima com sua mão direita e lança um raio a partir de seu dedo indicador direito, o raio se divide em vários raios que atingem as árvores próximas, então elas começam a se mexer

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Alberich: Muito bem …meu golpe faz com que os espíritos da natureza fiquem alerta e reajam a qualquer movimento agressivo, o único jeito de sobreviver a ele é ficar parado, para que seu corpo se torne um com a natureza, eu vou deixar o golpe ativado se conseguir sobreviver a ele por sete dias eu treinarei você

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Inua: Sete dias?! Como posso ficar parada por sete dias?

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Alberich: Lembre-se que você pode desistir a qualquer momento e voltar correndo pro Freki, é só falar: eu desisto, que o golpe parará. Entendeu?

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Inua estufa o peito e junta as mãos ao corpo assumindo uma posição quase militar

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Inua: Entendi!

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Alberich: Quer desistir?

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Inua: Não, eu não vou desistir!

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Inua quase grita para demonstrar sua convicção

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Alberich não se surpreende, afinal ela ainda não tinha experimentado a fúria dos espíritos da natureza, mas sabia que a garota não iria agüentar por muito tempo. Só ele conseguiria agüentar por tanto tempo

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Alberich: Muito bem, até a semana que vem

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Alberich se retira do local

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No presente Alberich começa a narrar à cena———————————

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Alberich: Eu nunca te contei isso Inua, mas eu não fui embora naquele dia, eu me escondi e observei você o tempo todo. Você agüentou bem os primeiros dois dias, mas no terceiro se mexeu e foi atacada, então tentou escapar e os espíritos a castigaram mais ainda, foi atacada por eles o dia inteiro, pensei que ia desistir, mas pouco depois você voltou a ficar parada e conseguiu agüentar os sete dias…Eu estava muito surpreso, mas fiquei ainda mais surpreso quando você me disse como agüentou tanto tempo

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Voltando ao Passado ao final do sétimo dia do teste——————–

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Alberich se aproxima de Inua, o estado dela é deplorável, esta magra e com cortes por todo o corpo, seus joelhos tremem, não agüentam mais sustentar o peso da garota, mas mesmo assim ela continua parada de pé continua persistindo

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Aberich: Estou impressionado! Conseguiu resistir os sete dias, parabéns!

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A voz de Alberich está diferente, sem sarcasmo e cheia de duvidas, é como se não acreditasse no estava dizendo

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Inua fala com uma voz muito fraca e cansada

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Inua: Senhor Alberich, eu podia aceitar ajuda?

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Alberich: Ajuda? Que ajuda?

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Inua: Destas vozes…que vem da floresta

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Alberich não acredita no ouviu, ele sabia a quem aquelas vozes pertenciam, mas não consegue entender como aquela garota conseguiu ouvi-las

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Alberich: Você…consegue ouvi-los…desde quando…desde quando ouve estas vozes!

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Inua tenta se lembrar, aquelas vozes surgiram tão repentinamente, mas logo  percebe que nunca se esquecerá da primeira vez que as ouviu

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Inua: Bom no terceiro dia eu me mexi, fui atacada varias vezes nesse dia, por varias horas, estava sem forças e quase desistindo, quando essas vozes surgiram na minha cabeça, elas me disseram para não desistir, me encorajaram e continuaram a me encorajar sempre que eu me sentia cansada, ou pensava em desistir, só consegui resistir tanto tempo por causa delas…O que são elas?

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Alberich não podia estar mais impressionado

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Alberich: Essas…vozes são os espíritos da natureza..e você está ouvindo eles!..Pode se mexer

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Inua relaxa e cai de joelhos, ela quase desmaia, mas algo a mantém acordada

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Inua: Você parou o golpe?

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Alberich: Não! Foi você… o fato deles estarem falando com você, quer dizer que os espíritos da natureza a aceitaram como uma  deles esta é chave para se tornar imune e aprender o Nature Unit( Unidade da Natureza). E você conseguiu fazer isso sozinha e sem nem perceber, você já feito algo assim antes?

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Inua: Bom….toda a minha vida eu consegui me comunicar com alguns espíritos, normalmente almas de pessoas mortas, por isso meu avô começou a me chamar de Inua, na língua Inuit isso significa “Alma”, foi por causa desta habilidade que o senhor Freki me trouxe para cá

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Alberich ri um pouco consigo mesmo

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(Alberich): Então…Freki estava certo para variar um pouco

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Alberich: Muito bem Inua… Você passou, eu vou treinar

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Inua: Eu …eu

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Inua sorri ao ouvir aquilo é como se um sonho se realiza-se, logo depois desmaia seu corpo não aguenta mais, Alberich corre até a garota e a pega no colo, pela primeira vez em muito tempo ele expressa um sorriso sem sarcasmo ou sadismo

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Alberich: Descanse…começaremos amanhã

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De volta ao presente———————————

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Alberich acabou relembrar aquele dia, e sua mente não pode estar mais confusa, ele conhecia Inua mais do que ninguém, não podia entender como alguém como ela poderia estar do lado de Loki! A honra e seu censo de dever dela superavam o dele, mesmo que nunca tenha admitido isso, então por quê? Por que ela o traiu?

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Alberich: Eu te ensinei tudo que sabia e assim que você me retribui? Traindo a mim e ao seu deus, Thor?

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Inua se mostra aborrecida pelas palavras de seu mestre, aquilo era um insulto para ela

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Inua: Eu não traí ninguém!

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Alberich: Então porque esta fazendo isso?

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Inua: Para salvar meu senhor!

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Vanaheim, numa ilha pantanosa cheia de lama e árvores com raízes grandes e folhas úmidas. Hagen o guerreiro da estrela Beta, surge em meio às árvores, e anda com dificuldade pela lama que preenche todo o solo do local. Ele está impaciente, vê tudo isso como uma grande perda de tempo, pior, isso prejudicará toda guerra, enquanto estiverem aqui Loki está livre para prosseguir com seus planos e não há nada que os guerreiros possam fazer para impedir

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Hagen: Hã… por Odin, será que não tem nenhum chão seco nesta ilha? Onde está esta guerreira que eu tenho enfrentar, não agüento mais ficar perdendo tempo aqui!

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?????: Hihihi…

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Hagen ouve aquela risada, parte do seu espírito se enfurece por alguém estar zombando dele, porém outra parte sente satisfação por finalmente encontrar alguém. O dono daquela voz era o seu adversário! Tinha que ser! Aquilo era a chave para o guerreiro sair daquela ilha

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Como um raio de fogo Hagen voa para a fonte da voz, está com seu punho envolvido de chamas, pronto para atacar, pronto para conseguir a liberdade! Porém quando ele chega na fonte da voz, fica paralisado, a dona era apenas…

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Hagen: Uma menina? !

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A garota de aproximadamente 10 anos de idade, está deitada no chão encolhida com os joelhos junto ao peito, suas mãos cobrem seu rosto apavorado. Está vestindo um vestido longo e branco, que possui uma capa e um capuz que encobre a parte da cabeça, que não está protegida pelas mãos

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Hagen sai da posição de ataque

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Hagen: Calma menina! Sinto muito, pensei que era um inimigo

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Hagen tenta se aproximar da garota, mas ela se afasta como quisesse se proteger

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Hagen: Droga!

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Hagen tem uma idéia, ele usa seu poder congelante e cria um pequeno cristal de gelo na mão, depois estende o braço para oferecê-lo à garota

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Hagen: Olhe! Desculpe…seu não vou te machucar, pode pegar

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A garota sai da posição em que estava e olha o cristal, seus olhos azuis e inocentes ficam fascinados pelo brilho e beleza irregular do objeto, depois ela o pega da mão de Hagen, o guerreiro se ajoelha perto da menina

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Hagen: Qual é seu nome?

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Menina: Goll

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Hagen: Belo nome, o meu é Hagen. Desculpe por te assustar é que eu estava procurando alguém e pensei ser você quando te ouvi

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Goll guarda o cristal no vestido e retira o capuz, seu cabelo se revela, é castanho, com duas grandes tranças que estendem por todas as costas da menina.

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Goll: Quem está procurando?

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Hagen: Uma donzela

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Goll: Pois então já achou…! Eu !

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A menina aponta para si mesma e sorri, Hagen sorri também

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Hagen: Acho que expressei mal, estou procurando uma guerreira, uma Wave Nikr

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Goll: Ah…está procurando pela Wave Nikr da Água

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Hagen: Isso! Sabe onde ela está?

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Goll: Sim, me siga!

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Goll se levanta e começa a caminhar Hagen a segue

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De volta à ilha Sudeste, o beijo de Fimbul e Munin acaba depois de vários minutos, a guerreira afasta o rosto e sorri o guerreiro também sorri, mas depois fica confuso

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Fimbul: Hina….porque?

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Munin: Fimbul…enquanto eu estava…

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Munin perde o sorriso, ao lembrar onde estava seu rosto se torna melancólico

 

Gunnr que estava observando a cena intrigada, completa Munin

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Gunnr: Morta?

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Munin olha para Gunnr expressando aborrecimento, depois volta a olhar para Fimbul e continua

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Munin: Sim, enquanto eu estava morta, deve ter passado alguns minutos para vocês, mas para mim pareceram dias! Eu estava num local escuro e agonizante, terror invadia minha mente…a única coisa que manteve viva naquele lugar foi o desejo de ver você novamente, eu só queria sair de lá para ficar com você, e prometi a mim mesma que se saísse eu não iria mais esconder meus sentimentos. Desculpe, eu…

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Fimbul coloca a mão no rosto de Munin

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Fimbul: Tudo bem, eu entendo, eu também…

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Gunnr interrompe

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Gunnr: Desculpe interromper o momento romântico, mas estamos no meio de uma guerra!

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Fimbul e Munin voltam à realidade com aquelas palavras e se levantam

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Fimbul: Sim claro Munin…

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Munin: Tudo bem vamos continuar então nossa missão…juntos

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Gunnr: Assim está melhor, Fimbul acho que isso é seu

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Gunnr joga o elmo da armadura de Nidhogg para o guerreiro que agarra o capacete e o veste

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Fimbul: Obrigado …por tudo

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Gunnr: Fimbul, por favor, me escute, você tem que entender o que aconteceu com você agora pouco, esta pode ser a chave para a vitoria

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Munin: O que ela está falando?

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Fimbul: Depois te explico. Certo, vou fazer o máximo para entender

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Gunnr: Sim…Adeus

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Gunnr se vira para ir embora, ela se mostra um pouco decepcionada consigo mesmo, afinal não conseguiu vencer, então  Munin chama sua atenção

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Munin: Gunnr espera…só quero que saiba que você foi a melhor  adversária que eu já tive, você possui um grande poder e muita determinação, lembre-se disso

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Gunnr não se vira, sua voz expressa satisfação

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Gunnr: Obrigado… Munin

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Gunnr desaparece como um raio

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Fimbul: Ela é rápida!

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Munin: Você não sabe como… Vamos então?

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Fimbul concorda com a cabeça e os dois voam para longe, juntos agora mais do que nunca

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Na ilha norte as quatro Wave Nikr maiores se juntam, Reginleif, Hrist e Sorha abraçam Driffa todas sentem frio a tocar a guerreira, mas não se importam, enquanto ela sente um calor humano como nunca sentiu, mas não consegue sorrir

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Driffa: Desculpe pelo fiz pessoal…e obrigado!

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As guerreiras se afastam, Hrist mostra o polegar direito para Driffa

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Hrist: Fica nos devendo Driffa, é bom ter você devolta

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Reginleif: Fico feliz por você estar bem

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Sorha: Não precisa se desculpa…não era você. Mas é melhor você descansar

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Driffa: Tem razão, acho que vou para o centro da ilha, lá me recuperarei mais rápido

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Hrist: Faça isso Driffa, nós vamos voltar para nossas ilhas

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Reginleif: Tem certeza que você vai ficar bem?

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Driffa parece alterada como se quisesse que elas fossem embora, mas não demonstra muito isso

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Driffa: Sim.. podem voltar para as ilhas  de vocês, precisam descansar também

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Reginleif: Tudo bem…. se você diz

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Hrist, Reginleif e Sorha, sorriem mais uma vez e voam para longe. Driffa também voa em direção ao centro da ilha. Logo depois chega a um grande lago congelado, lá foi onde ela havia se unido a sua armadura, a guerreira sempre ia para lá quando seu espírito estava ferido. Driffa desce até o lago, faz um furo no gelo e depois entra na água congelante, ficando submersa dos pés ao o inicio do tórax, sempre se sentiu a vontade naquele lago

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?????: Driffa…

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Uma voz grossa e sinistra invade os pensamentos de Driffa, os olhos da guerreira ficam sem expressão, sem brilho! Uma imagem demoníaca surge atrás dela, é possível reconhecer o rosto da imagem trata-se de Loki

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Loki: Ainda está comigo?

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Driffa: Sempre estarei meu senhor

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Loki: Hmhmhmmhmh…hahahaha!

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A sinistra risada de Loki ecoa pela mente de Driffa, segue pelo elo das irmãs até os olhos vazios de Hilda. Ao lado dela está o deus traiçoeiro que continua rindo malignamente, a risada se espalha por todo Helheim( Mundo dos mortos)

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Fim do capitulo 28.

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Explicações:

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Encontro entre Esquimós e Vikings: Por volta do ano 1000 d.C. os Vikings chegaram ao norte do Canadá e estabeleceram um colonato chamado Leifsbudir. A colônia em não durou muito tempo, cerca de 10 anos. Eles entraram em contato com o povo Inuit(os esquimós). Existem relatos de batalhas sangrentas entre os dois povos, muitos acreditam que foi isso que levou os Vikings a abandonar o local. Os vikings chamavam os Esquimós de “skraelings”, que significa homens feios( por está denominação pode-se ver que os nórdicos não respeitavam muito os esquimós)

 

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